A cadeia alimentar ou trófica é uma sequência de seres vivos/populações que se alimentam uns dos outros. É a maneira de expressar as relações de alimentação entre os organismos de uma comunidade/ecossistema, iniciando-se nos produtores e passando para os consumidores (herbívoros, predadores) e decompositores, por esta ordem. Ao longo da cadeia alimentar há uma transferência de energia e de nutrientes, sempre no sentido dos produtores para os consumidores. A transferência de nutrientes fecha-se com o retorno dos nutrientes aos produtores, possibilitado pelos decompositores que transformam a matéria orgânica dos cadáveres e excrementos em compostos mais simples, pelo que falamos de um ciclo de transferência de nutrientes. A energia, por outro lado, é utilizada por todos os seres que se inserem na cadeia alimentar para sustentar as suas funções, diminuindo ao longo da cadeia alimentar(perde-se na forma de calor),não sendo reaproveitável. A Energia tem portanto um percurso acíclico. Esse processo é conhecido pelos ecologistas como fluxo de energia.
Níveis Tróficos
O nível trófico é o nível de nutrição a que pertence um indivíduo ou uma espécie, que indica a passagem de energia entre os seres vivos num ecossistema.Existem três níveis tróficos principais:[1]
- Produtores: reúnem todos os seres capazes de autotrofia.
- Consumidores: são organismos que consomem produtores e outros consumidores, geralmente são heterótrofos. Estes podem ser:
- Consumidores de primeira ordem: alimentam-se de produtores.
- Consumidores de segunda ordem: alimentam-se de consumidores de primeira ordem.
- Consumidores de terceira ordem: alimentam-se de consumidores de segunda ordem.
- Decompositores: Consomem os restos de plantas e animais. Responsáveis pela devolução de minerais e nutrientes para o ambiente, que servirão para produtores mais uma vez, fechando o ciclo.
Teia alimentar
A teia alimentar
Na natureza, alguns seres podem ocupar vários papéis em diferentes cadeias alimentares. Quando comemos uma maçã, por exemplo, ocupamos o papel de consumidores primários. Já ao comer um bife, somos consumidores secundários, pois o boi, que come o capim, é consumidor primário.
Muitos outros animais também têm alimentação variada. Um organismo pode se alimentar de diferentes seres vivos, além de servir de alimento para diversos outros. O resultado é que as cadeias alimentares se cruzam na natureza, formando o que chamamos de teia alimentar.
Nas teias alimentares, um mesmo animal pode ocupar papéis diferentes, dependendo da cadeia envolvida. Na teia representada no esquema abaixo (siga as setas) o gavião ocupa tanto o papel de consumidor secundário quanto terciário.
(Produtores) (Consumidor primário) (Consumidor secundário)
Plantas, frutos e sementes
Pica-Pau
Gavião
Plantas, frutos e sementes
Gaviãoou
(Produtores) (Consumidor primário) (Consumidor secundário) (Consumidor terciário)
Plantas, frutos e sementes
Pica-Pau
Sucuri
Gavião
Plantas, frutos e sementes
Gavião 
As plantas nunca mudam o seu papel: são sempre produtores. E todos os produtores e consumidores, estão ligados aos decompositores, que permitem a reciclagem da matéria orgânica no ambiente.

A ---> E
A---> B ---> E
A---> B ---> C ---> E
A ---> B ---> C ---> D---> E
A ---> B---> D ---> E
A ---> C ---> E
A---> C ---> D ---> E
Nessa teia alimentar:
A= produtor( note que A apenas fornece alimento)
B = Consumidos primario;
C= Consumidor primario ou secundario( nutre-se de A ou B)
D= consumidor secundario ou terciario;
E= Decompositor ( assim considerado, uma vez que atua sobre todos os demais niveis troficos).
Todos os seres vivos necessitam de matéria-prima para seu crescimento, reprodução, desenvolvimento e reparação de perdas. Necessitam também de energia para a realização de seus processos vitais. Essas necessidades são supridas pelo alimento orgânico. Os seres autótrofos sintetizam seus próprios alimentos através da fotossíntese ou da quimiossíntese. O alimento produzido pêlos autótrofos é utilizado por eles mesmos e pêlos organismos heterótrofos. Os principais produtores da Terra são os organismos fotossintetizantes.
A energia luminosa do Sol é fixada pelo autótrofo e transmitida, sob a forma de energia química, aos demais seres vivos. Essa energia, no entanto, diminui à medida que passa pêlos consumidores, pois parte dela é utilizada para a realização dos processos vitais do organismo e outra perde-se sob a forma de calor; sempre restará, portanto, apenas uma parcela menor de energia disponível para o nível seguinte. Como na transferência de energia entre os seres vivos não há reaproveitamento da energia liberada, diz-se que essa transferência é unidirecional e se dá como um fluxo de energia.
Fluxo decrescente e unidirecional
Cada componente da cadeia alimentar consome, em suas atividades metabólicas, a maior parte da energias que adquire, logo cada nível trofico transferi para o nível seguinte menos energia que recebe.
A energia entra na cadeia alimentar na forma de luz e passa pelo mundo físico na forma de calor.
O calor liberado é o resultado da extração de energia dos alimentos e de seu emprego nos diversos tipos de trabalhos executando pelo organismo. Nesse processo uma parte da energia se perde passando para o ambiente.
A matéria tem fluxo cíclico num ecossistema entra no mundo vivo através de produtores na forma de CO², H2O e sais transformados em substâncias orgânicas simples que pode ser utilizado pelo mundo vivo.
Diferença entre fluxo de energia e de materia
Todos os seres vivos necessitam de matéria-prima para seu crescimento, reprodução, desenvolvimento e reparação de perdas. Necessitam também de energia para a realização de seus processos vitais. Essas necessidades são supridas pelo alimento orgânico.
Os seres autótrofos sintetizam seus próprios alimentos através da fotossíntese ou da quimiossíntese. O alimento produzido pelos autótrofos é utilizado por eles mesmos e pelos organismos heterótrofos. Os principais produtores da Terra são os organismos fotossintetizantes.
A energia luminosa do Sol é fixada pelo autótrofo e transmitida, sob a forma de energia química, aos demais seres vivos. Essa energia, no entanto, diminui à medida que passa pelos consumidores, pois parte dela é utilizada para a realização dos processos vitais do organismo e outra perde-se sob a forma de calor; sempre restará, portanto, apenas uma parcela menor de energia disponível para o nível seguinte. Como na transferência de energia entre os seres vivos não há reaproveitamento da energia liberada, diz-se que essa transferência é unidirecional e se dá como um fluxo de energia. A matéria, no entanto, pode ser reciclada; fala-se, então, em ciclo da matéria ou ciclo biogeoquímico.
Os seres autótrofos sintetizam seus próprios alimentos através da fotossíntese ou da quimiossíntese. O alimento produzido pelos autótrofos é utilizado por eles mesmos e pelos organismos heterótrofos. Os principais produtores da Terra são os organismos fotossintetizantes.
A energia luminosa do Sol é fixada pelo autótrofo e transmitida, sob a forma de energia química, aos demais seres vivos. Essa energia, no entanto, diminui à medida que passa pelos consumidores, pois parte dela é utilizada para a realização dos processos vitais do organismo e outra perde-se sob a forma de calor; sempre restará, portanto, apenas uma parcela menor de energia disponível para o nível seguinte. Como na transferência de energia entre os seres vivos não há reaproveitamento da energia liberada, diz-se que essa transferência é unidirecional e se dá como um fluxo de energia. A matéria, no entanto, pode ser reciclada; fala-se, então, em ciclo da matéria ou ciclo biogeoquímico.
O modelo de fluxo energético
os consumidores primários ao comerem seres fotossintetizantes aproveitam a energia contida nas moléculas orgânicas;
os consumidores secundários que comem os primários recebem das moléculas ingeridas toda a energia, tornando a transferência de energia na cadeia alimentar unidirecional e acíclica.
os decompositores, que são uma parte importante dos ecossistemas;
a matéria orgânica armazenada, que é a matéria não utilizada e não decomposta; a importação e a exportação de matéria orgânica de e para outros ecossistemas, uma vez que os ecossistemas são sistemas abertos, realizando intercâmbio uns com os outros.
PIRÂMIDES ECOLÓGICAS
A pirâmide ecológica é um artifício utilizado para a descrição da estrutura trófica de um ecossistema.
Essa representação pode ser feita de diferentes formas, tais como: uma pirâmide ecológica tendo como base o Indivíduo, outra tendo como referência a biomassa e outra como a energia.
Portanto, os tipos de pirâmides ecológicas podem ser: Número, Biomassa, Energia

Pirâmide Ecológica de Energia
Trata-se de um método bastante satisfatório. Cada nível trófico é representado por um retângulo, cujo comprimento significa a energia acumulada por tempo e superfície. Exemplo: Uma criança de 12 anos de idade consome durante um ano 5 bezerros. Estes, por sua vez, consomem no mesmo período 20 milhões de pés de alfafa. Nesse caso a perda de energia se dá de baixo para cima. A melhor maneira de representar todos esses fatores é através do modelo do fluxo energético
Pirâmide Ecológica de Biomassa
Cada nível trófico representa a biomassa dos organismos pertencentes aquele nível. Possui a forma de um triângulo e indica a quantidade de matéria viva presente. O problema com essa pirâmide é que ela confere igual importância para cada nível. A escala temporal no acúmulo de biomassa também não é considerada, além de subestimar a população de bactérias pois são organismos muito pequenos. Para isto, basta fazer-se a conversão dos dados para massa: uma criança de 12 anos de idade e peso de 48 Kg, consome durante 1 ano 1035 Kg de carne de bezerro. Estes, por sua vez, consomem 8211 Kg de alfafa.
3.1 - Pirâmide Ecológica de Número
Não é um método muito usado pelo fato de darem a mesma importância a todos indivíduos. Ela possui a forma de uma pirâmide cujos retângulos apresentam mesma altura mas comprimentos diferentes.
A pirâmide ecológica de número decresce de baixo para cima. Os animais menores são os mais numerosos e apresentam reprodução rápida. Um carnívoro, por exemplo, situado no limite superior, possui geralmente um porte maior do que os localizados no limite inferior. Um leão apenas chega a consumir cerca de 50 zebras por ano. Um casal de Skua chega a consumir ovos e filhotes de 50 a 100 casais de pingüins por ano. Uma exceção são os indivíduos que caçam em grupo como os lobos que caçam o veado, ou animais peçonhentos como aranhas e cobras que perdão fazendo uso de veneno e por isso podem abater animais bem maiores.
Pirâmide de números
Representa a quantidade de indivíduos em cada nível trófico da cadeia alimentar proporcionalmente à quantidade necessária para a dieta de cada um desses.




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